sexta-feira, maio 25, 2007

Ode à Sexta-Feira

Ah! Minha querida Sexta Feira!
Como és bela quando atinge a tua tarde
Chegando às cinco uma alegria me invade
Como um neném quando chega a mamadeira

E a ti dedico todo o meu trabalho
Nesse momento posso, enfim, coçar o saco
Jogar bola, uma sinuca ou até taco
Mandar o patrão lá pra casa do caralho

Todo o cansaço vai-se embora de uma vez
Até que enfim, vou curtir uma balada
Um “happy hour”, com cerveja bem gelada
Com os amigos e com a minha embriaguez

Eu quero o mundo e não me importa quem me queira
Eu vivo livre, mente, corpo, alma
Respira, relaxa, calma...
Daqui a pouco vai chegar a Segunda Feira!!

sexta-feira, maio 11, 2007

Mamãe querida...

Esses dias eu estava num shopping center e ouvi esse anúncio: “Sr. José Augusto! A Sra. Rita o aguarda na praça de eventos!”. O locutor fez esse chamado mais umas 3 vezes, aí eu comecei a pensar que nesse tempo todo a tal da Rita já devia estar p. da vida, e comecei a imaginar o próximo anúncio: “Sr. José Augusto! A Sra. Rita o aguarda com os papéis do divórcio!” , ou então: “Sr. José Augusto! A Sra. Rita mandou o Sr. tomar no cú!” , esse último seria bem inusitado.
Bom, mas eu estava lá pra comprar um presente pra minha mãe, afinal, domingo será o dia delas. Ela que nos põe no mundo, nos cria com todo o amor e carinho e depois manda a gente ir trabalhar...?!? E cada mãe tem a sua peculiaridade né, a minha por exemplo adora repetir, em forma de pergunta, a resposta que ela recebeu de uma pergunta que ela fez, exemplo:

- Caio, onde você estava?
- No shopping, mãe.
- No shopping?????

Pô, o que eu acabei de falar? Que parte de “No shopping, mãe.” ela não entendeu? rssss Mas enfim, eu amo ela. Parabéns às mães.



quarta-feira, maio 09, 2007

Penso, logo desisto

A elucidação estabelecida pela contradição de nossa experiência prévia, condizendo com a ratificação afirmativa explorada pelos mínimos capazes; sendo fato a raridade de tal processo; torna-se obscura tal percepção, causando uma improbidade inerente a todo ser, que acaba por idealizar ser portador de válidos argumentos, exprimindo os com sólida imposição. Mas o que deixa incrédulo o remetente é a ausência objetiva e subjetiva de um elemento que deveria tornar a crônica ao menos coesa para que esta não ludibriasse tais incapacitadas mentes. E, contudo, a redação continua de forma intrépida porém pífia, sem que se permita fazer nenhuma elucubração sobre o inexistente objeto, tornando inexeqüível o seu entendimento.

sexta-feira, maio 04, 2007

A epiderme da alma

É fácil ver por aí tanta gente reclamando por pouca coisa, tentando receber a todo custo algum benefício que não tem por direito, deixando de emprestar algo que seria uma grande ajuda a alguém simplesmente pelo fato de que tem medo que seu bem sofra algum dano. Essas e muitas outras atitudes nos mostram como muitos no nosso povo têm a alma pequena, vai uma história de alguém que pensava positivamente:

Há algum tempo atrás, mais precisamente em 1940, Hitler acabara de dominar a França e preparava seu último golpe, o ataque à Inglaterra. Esta, por sua vez, preparava a defesa da Ilha de todas as formas possíveis e esperava um inimigo que, em menos de um ano, havia praticamente conquistado toda a Europa. Mas o que vale ressaltar aqui é o espírito dos ingleses naquele momento, que parecia desesperador e sem chances de vitória. Apesar de todos os contras, e eram muitos, eles acreditavam que na Ilha deles ninguém entrava, e se entrassem, eles morreriam lutando mas não se entregariam. Vou resumir o ânimo deles numa frase dita por um porteiro de uma base aérea inglesa ao 1º ministro:
- Pelo menos Sr., estamos na final, e o melhor, a decisão vai ser em casa.

Um bom dia!

quinta-feira, maio 03, 2007

Master of War

Come you masters of war, you that build all the guns / You that build the death place, you that build all the guns / You that hide behind walls, you that hide behind desks / I just want you to know, I can see through your masks

You that never done nothing, but to build and destroy / You play with my world, like its your little toy / You put a drug in my head, then you hide from my eyes / And you turn and run following the fast foolish lie

Like Judas of old, you lie and deceive / A world war can be won, you won't need to believe / But I see through your eyes, and I see through your brain / Like I see through the water that runs down my drain

You that fasten all the triggers, for the others to fire / Then you sit back and watch, while the death count gets higher / You hide in your mansion, while young people's blood / Flows out their bodies and is buried in the mud

You've thrown the worst fear, that could ever be hurled / The fear to bring children, into this world / For threatenin' my baby, unborn and unnamed / You ain't worth the blood that runs in your veins

How much do I know, to talk out of turn? / You might say that I'm young, you might say I'm unlearned / But there's one thing I know, though I'm younger than you / Even Jesus would never forgive what you do

Let me ask you one question, is your money that good? / Will it buy you forgiveness? Do you think that it could? / Oh, I think you will find, when your death takes its toll / All the money you made will never buy back your soul

And I hope that you die, and your death will come soon / I'll follow your casket, in the pale afternoon / And I'll watch as your lowered, into your deathbed / And I'll stand on your grave till I'm sure that your dead

Bob Dylan